Eu ia sempre à escola de bicicleta. Deixava ela na casa da minha tia Luiza, que fica a uma quadra da escola e ia pra aula.
Um belo dia, enquanto eu fazia o percurso para ir à aula, numa das esquinas, uma menina pequena com uma daquelas bolsinhas de criança esticou bem a alça e ficou rodando essa bolsa como se fosse a hélice de um helicóptero.
Quando passei perto correndo com a bicicleta, aquela bolsa enrolou no meu pescoço e eu arranquei a bolsa das mãos da menina. Parei na frente da casa da minha tia e veio correndo a mãe da menina querendo a bolsa muito brava achando que eu tinha roubado a bolsa da menininha.
A minha sorte foi que os donos da mercearia, que fica ao lado da casa da minha tia, viram o que aconteceu e também, como me conhecem desde pequenininho, foram lá correndo pra falar com a mãe da menina.
Só faltou o Datena lá pra gritar: "Bi da ibagens! Ibagens desse beliante birim!!! éh brincadeira!! Me ajuda ai pow!!!"
Um belo dia, enquanto eu fazia o percurso para ir à aula, numa das esquinas, uma menina pequena com uma daquelas bolsinhas de criança esticou bem a alça e ficou rodando essa bolsa como se fosse a hélice de um helicóptero.
Quando passei perto correndo com a bicicleta, aquela bolsa enrolou no meu pescoço e eu arranquei a bolsa das mãos da menina. Parei na frente da casa da minha tia e veio correndo a mãe da menina querendo a bolsa muito brava achando que eu tinha roubado a bolsa da menininha.
A minha sorte foi que os donos da mercearia, que fica ao lado da casa da minha tia, viram o que aconteceu e também, como me conhecem desde pequenininho, foram lá correndo pra falar com a mãe da menina.
Só faltou o Datena lá pra gritar: "Bi da ibagens! Ibagens desse beliante birim!!! éh brincadeira!! Me ajuda ai pow!!!"

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